Os meios atuais de tecnologia nos permitem navegar em um mar de informações, algumas úteis, outras nem tanto. E como aqui na Movidaria somos um núcleo criativo que cria experiências de aprendizagem únicas, estamos sempre em busca de um caminho que incentive as trocas humanas e o desenvolvimento das pessoas em meio a esse turbilhão de conteúdo. Ao mesmo tempo, sabemos que o consumo de informações de forma desenfreada pode trazer resultados negativos e, quando falamos de aprendizagem, isso pode afetar o processo e até causar um efeito contrário.

Ao longo dos anos de nossa experiência, entendemos que a tecnologia não é a ponta do aprendizado nem a única solução. Entendemos também que o mundo corporativo está cheio de legalzices e que nem sempre elas estão lá para apoiar o desenvolvimento das pessoas.

Paralelo a tudo isso, um parceiro nosso, a Engage, desenvolveu uma pesquisa que busca entender quais são os Desafios de Aprendizagem do Brasil. Em resumo, os resultados trouxeram uma reflexão que vai ao encontro de tudo isso. Umas das perguntas feitas aos participantes da pesquisa foi: Qual foi o maior desafio que você enfrentou em relação ao treinamento na sua empresa? E 24% das respostas foram Engajamento. Afinal, como manter o público engajado com tantos gatilhos distraindo-os?

Além de tudo isso, participamos do Engage Day no início de abril e tivemos a oportunidade de, ao lado de clientes, entender novas possibilidades de trabalhar motivação e tecnologia por meios como a gamificação, storytelling e uma boa comunicação. Os clientes convidados apresentaram as histórias por trás de alguns projetos que eles estão vivendo.

Os cases de sucesso apresentados no dia estavam diretamente conectados com a nossa reflexão sobre engajamento e tecnologia. Eram histórias de projetos que buscaram equilíbrio entre a tecnologia e o conteúdo e como eles andaram juntos para promover o aprendizado, sem sobrecarregar o público com mais informações desnecessárias. Dentre as características comuns entre os projetos apresentados, podemos destacar:

  • Comunicação foi essencial para atrair as pessoas e mantê-las engajadas
  • Abordagens pautadas na gamificação dão relevância ao projeto
  • Tecnologias disponíveis em qualquer hora, local e qualquer plataforma
  • Desafios para serem resolvidos entre as pessoas, fora do mundo virtual, também fazem parte
  • Falar sempre a linguagem do público, experiência do usuário
  • Não ter uma abordagem de tomar o lugar de outras tecnologias ou conteúdos – ser mais um, mas com relevância.

Para somar-se à reflexão, foi apresentado durante o evento um apanhado sobre a perspectiva da equipe da Engage relacionada à pesquisa, e eles chegaram a três pontos que formam um pilar estratégico para experiências de aprendizagem, principalmente aquelas que envolvem tecnologia:

Estímulos + Relevância para o colaborador + Relevância para o Negócio

Ou seja, as experiências de aprendizagem devem propor estímulos aos participantes que sejam relevantes a eles, em forma e conteúdo, e relevantes para o negócio, com resultados que tenham um bom impacto para a empresa.

Por fim, gostaríamos de propor uma reflexão: Que estímulos podem ajudar você a impulsionar as experiências de aprendizagem na sua empresa de forma relevante para as pessoas e para o negócio? Não deixe conhecer nossas experiências e compartilhar este artigo com sua equipe e amigos.

 

Este artigo foi escrito por Núbia Carolina, Designer de experiências da Movidaria.


 

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