Se você já nos conhece, não deve ter achado “muito estranho” a gente falar de O Rei Leão® e encontrar conexões com nosso cenário atual. Afinal, isso é bem o tipo de coisa que gostamos de fazer. Mas caso seja a primeira vez, ou uma das primeiras, que você esteja lendo um de nossos textos, seja bem-vindo e deixe-nos explicar, mas antes, que tal ler este texto ouvindo uma boa música?

A Espiral do Movimento

 

Desde que “nos tornamos” Movidaria, temos investido muito tempo e esforço em nos aperfeiçoar e ser mais desejados e relevantes para as pessoas. Na prática, aumentamos nosso time, nos reorganizamos em squads, ampliamos nosso portfólio e estabelecemos novas parcerias. Esses e outros movimentos foram conduzidos a partir de uma abordagem, um jeito de olhar para o mundo, que estamos desenvolvendo e aperfeiçoando. Essa abordagem é chamada de Espiral do Movimento.

A Espiral do Movimento surgiu quando estávamos sonhando e debatendo o que viria a ser a Movidaria. Nesse momento ainda não sabíamos que esse seria o nosso nome, que essa seria a nossa marca e que tudo isso aconteceria; nossa única certeza era a de que não queríamos ser mais um time de ansiosos pelo futuro ou presos no passado; a Movidaria viria para falar do presente. E também sabíamos que nossa essência estava completamente ligada aos movimentos que geramos e impulsionamos nas empresas pelas quais passamos.

Após várias discussões com amigos, parceiros, clientes e diversos especialistas, de médicos a economistas, somadas à nossa experiência de mais de vinte anos atendendo às maiores empresas em operação no Brasil, chegamos na Espiral do Movimento, uma maneira de enxergar o mundo e explicar o que chamamos de “dinâmica do movimento”.

Entendemos que todos os movimentos possuem quatro partes em comum: estalo, compromisso, plano e suporte. Isto é, quando analisamos um movimento, percebemos que tudo começa com uma faísca, com alguma coisa que faz o indivíduo mudar sua ótica sobre alguma coisa, ter uma nova perspectiva: chamamos a isso de estalo. Depois disso, o indivíduo se questiona sobre suas capacidades, analisa perdas e ganhos gerados pelo movimento e decide assumir o compromisso consigo mesmo e com o movimento que está realizando. As duas últimas partes são os momentos em que o indivíduo se prepara, analisa e estabelece um plano mais racional para o seu movimento e também define o que chamamos de rede de apoio, ou seja: ele se junta a outros indivíduos que podem ajudá-lo nesse momento, para que o movimento não pare, seja autossabotado ou qualquer outra coisa do tipo.

Confira nosso vídeo:

E o Simba?

 

Imaginamos que você possa estar se perguntando: legal, mas o que a história de O Rei Leão® tem a ver com isso? Na verdade, a resposta a essa pergunta é bem simples. Uma das analogias que costumamos fazer com nossa abordagem é que ela é uma espécie de óculos, são lentes que nos ajudam a ter um novo olhar para os movimentos, e é justamente vestindo esses óculos que vemos o movimento que o nosso querido “leãozinho” faz para se tornar rei. Mas antes de avançarmos é importante dizer que, caso você desconheça a história do filme, haverá alguns “spoilers” – bem, se você já conhece isso pode ser até divertido.

O movimento de Simba se inicia quando Nala, após fugir de casa, encontra-o e o chama para ocupar seu lugar; nesse momento, Simba começa a questionar o lugar que chamava de casa e também a vida que levava. Se “vestirmos os óculos”: o encontro com Nala gerou o estalo para o movimento de Simba. Questionando-se sobre suas capacidades e qual caminho deveria seguir, Simba encontra-se com Rafiki, que, após provocá-lo, instiga-o ainda mais a assumir o compromisso de ocupar seu lugar como rei.

Nesse momento, ele abre mão da tranquilidade e da vida que levava para realizar o movimento, perceba que todo movimento implica sair de um “ponto A” para um “ponto B”, em deixar algo para trás. Isso explica o fato de que, ao olharmos os movimentos pela abordagem da Espiral do Movimento, muitos movimentos “morrem” nessa etapa, na hora de assumir o compromisso com o movimento.

Confiante e confortável consigo mesmo, ele parte em busca de Nala e quando a encontra começa a estruturar uma maneira mais clara e lógica de enfrentar Scar e as hienas para ajudar o reino. E dessa parte até o final da história sua rede de apoio o ajuda a fazer e a celebrar o movimento.

E na minha empresa?

 

Claro que aproveitamos o “boom” causado pelo filme para falarmos sobre a nossa espiral, mas o convite é para que você, assim como nós, passe a exercitar e a ter esse olhar de movimento. Pense na sua carreira, em projetos pessoais ou estudos como movimentos. Já as demandas que você recebe no dia a dia da sua empresa, olhe para elas como pedidos de movimento: qual o estágio desses movimentos? Quais estalos você precisa gerar? Como você pode ajudar os indivíduos a assumir esse compromisso? Qual a melhor maneira de ajudá-los a planejar esse movimento? Qual seu papel nisso?

Esperamos que este texto ajude você a impulsionar movimentos e a mudar a sua perspectiva. Não deixe de conhecer mais sobre a espiral do movimento e vamos tomar um café!

 

Este artigo foi escrito por Lucas Mineto, Marketing da Movidaria.

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