FennikFennik
  • SOBRE NÓS
  • SOLUÇÕES
    • Consultoria e arquiteturas
    • Cultura
    • Experiências e teambuilding
    • Liderança
    • Programas e trilhas
    • Soluções digitais
  • CASES
  • BLOG
  • SOCIAL
  • CONTATO
  • SOBRE NÓS
  • SOLUÇÕES
    • Consultoria e arquiteturas
    • Cultura
    • Experiências e teambuilding
    • Liderança
    • Programas e trilhas
    • Soluções digitais
  • CASES
  • BLOG
  • SOCIAL
  • CONTATO
FennikFennik

Programas de Estágio: estratégicos sim, humanos também

Início » Blog » Programas de Estágio: estratégicos sim, humanos também

Pesquisar

Categorias

  • Alcir Miguel
  • Aprendizagem
  • Atendimento ao Cliente
  • Beauty
  • Beauty
  • Business
  • Business
  • Cauê Vicente
  • Cultura Organizacional
  • Eventos
  • Gestão Empresarial
  • Liderança
  • Movimentos Organizacionais
  • Não categorizado

Categorias

O que pensam e sentem os jovens estagiários neste mercado 4.0, repleto de ansiedade, fragilidades e transformações? 

Seus comportamentos e atitudes os levam para fortes e construtivos aprendizados ou eles simplesmente se deixam encaixar em padrões e regras impostas sem coerência e respeito às características da geração Z? 

Conhecidos por serem mais pragmáticos e focados que outras gerações, os membros da geração Z possuem como aliados a tecnologia de berço e o fato de considerarem suas experiências de vida quando optam por uma empresa ao invés de outra, ou, se já formados, um cargo ao invés de outro – pois seu objetivo maior é viver do seu trabalho e não para ele. 

Seriam eles tão especiais assim para, com tão pouca experiência de vida e nenhuma ou quase nenhuma experiência profissional, chegarem chegando? 

Talvez a resposta esteja em entendermos e valorizarmos algo que exala mais forte dentro deles: “a essência”. Segundo o dicionário de Oxford Languages, por essência define-se: “aquilo que é o mais básico, o mais central, a mais importante característica de um ser ou de algo”. Me atrevo aqui a dizer que ninguém, ninguém mesmo, é especial e sim que somos todos, sem exceção, “essenciais”  

É neste ponto, então, que lanço uma pergunta “essencial”: como são montados hoje em dia os Programas de Estágio? Há possibilidades e situações que impulsionem o autoconhecimento? De que maneira o alto board das empresas deseja despertar e treinar os seus talentos? Direcionando-os e fornecendo caminhos para um protagonismo saudável e maduro que culmine no autodesenvolvimento de seus colaboradores ou obtendo as famosas práticas “top and down” com vistas aos pejorativos resultados, mais rasos que uma colher e/ou mais nebulosos que gelo seco? 

Neste sentido, muito além de detalhar temas técnicos e comportamentais, síncronos  ou assíncronos, pulverizados em um bonito cronograma com a logo, drivers estratégicos, missão e valores  da empresa, que são, sem dúvida, pontos fundamentais para um start da construção de um Programa de Estágio que busca os desejados profissionais high potencial, precisamos entrar mais no núcleo deste cerne, Cito aqui a importância de trazer às ações propostas: assessments, palestras, mentorias, treinamentos, games e afins que possibilitem constantes observações e profundas reflexões sobre as diferenças de dom, talento e fraqueza.  

Sim! Antes mesmo de pensar em enrijecer a musculatura dos participantes do programa, vale auxiliá-los a refletir sobre seus talentos. Se relembrarmos rapidamente, quantos de nós já investimos muito tempo para melhorar fraquezas e quase nada ou nada para potencializar uma força? Sem falar dos inúmeros descasos e desvios que, por livre e espontânea pressão (esta última por inconsciência e padrões automatizados) dos nossos pais, professores e inclusive ainda hoje, líderes,) fomos forçados a fazer ignorando a riqueza de nossos verdadeiros talentos?  

Sejam eles antigos ou atuais, curtos ou extensos, hoje é possível se deparar com inúmeros assessments e formatos de aprendizagem que estimularão o autoconhecimento e facilitarão o encontro e o reconhecimento de seu perfil, talentos e consequentemente de forças e dons. Se nossos talentos estão muito mais próximos de nossos dons do que possivelmente estariam nossas fraquezas. mesmo com muito treino e dedicação, por que não os abraçar com muito amor e coragem? Sem falar, claro, dos níveis de satisfação e motivação genuínos que certamente eles trarão nas ações e colaborações internas e entre as áreas da empresa.   

Vale ressaltar: o dom já nasce com você, é uma habilidade nata. O talento é feito com facilidade, porém é a habilidade que se desenvolve, com dedicação e treinamento. E o que fazer com as fraquezas? Nada? Não! Claro que não! É possível melhorá-las e muito, apenas não há como cobrar que deem a mesma satisfação e/ou resultados. É preciso assumir numa boa que todos nós, líderes, liderados e RHs, temos nossas vulnerabilidades. Bem, este já é tema pra um outro dia! 😉  

 

Ana Paula Dib

Gerente de Desenvolvimento da Movidaria. Atuo em Educação Corporativa a mais de 12 anos. Coach e Master em PNL. Sagitariana com o Sol na casa 8 de Escorpião. Intensa e Profunda. Amante de autoconhecimento, comida japonesa, terapias holísticas, psicanálise e espiritualidade.

Tags: soft skills
Share with

Leave a Reply Cancel reply

Related Post

Medindo o impacto de liderança: aprendizagem como meio, não fim
Posted in Aprendizagem

Medindo o impacto de liderança: aprendizagem como meio, não fim

by Verônica BarrosOctober 27, 20250 comment
Um dos erros mais comuns em programas de desenvolvimento de liderança é tratá-los como objetivos em si mesmos. A empresa…
Read More
Organizações baseadas em habilidades: o passo para além do organograma
Posted in Aprendizagem

Organizações baseadas em habilidades: o passo para além do organograma

by Verônica BarrosOctober 20, 20250 comment
As estruturas tradicionais de cargos e hierarquias parecem cada vez mais obsoletas diante de ambientes de alta volatilidade. Em vez…
Read More
Posted in Aprendizagem, Não categorizado

Tendências T&D: o que os relatórios globais mostram para quem desenvolve líderes

by Verônica BarrosOctober 17, 20250 comment
Vivemos uma transformação profunda no modo como empresas aprendem e desenvolvem pessoas. O aprendizado deixou de ser “benefício extra” para…
Read More
Posted in Aprendizagem, Não categorizado

Líderes + IA: como preparar gestores para decisões em ambientes complexos

by Verônica BarrosOctober 14, 20250 comment
A inteligência artificial deixou de ser apenas um tema futurista para se tornar parte do cotidiano das empresas. Ferramentas de…
Read More
Posted in Aprendizagem, Não categorizado

Da estratégia ao “chão de fábrica”: lições da Toyota sobre liderança presente

by Verônica BarrosOctober 10, 20250 comment
Você já viu uma estratégia brilhante no papel… que simplesmente não acontece? O problema não é raro: decisões tomadas na…
Read More

Newsletter

Inscreva-se para ficar por dentro dos nossos movimentos.


    Desenvolvemos líderes e equipes de alto desempenho em grandes empresas

    Facebook-square Lastudioicon-b-linkedin-squared Youtube-square Lastudioicon-b-instagram

    Soluções

    • Consultoria e arquiteturas
    • Cultura
    • Liderança
    • Experiências e teambuilding
    • Programas e trilhas
    • Soluções digitais

    Contato

    • São Paulo - SP
    • 11 5579 4877
    • 11 9 3249 1146

    © 2024 Movidaria. Todos os Direitos Reservados.

    Desenvolvido por:

    Start typing and press Enter to search

    View more