Algumas conversas recentes com clientes reacenderam um incômodo antigo sobre o papel do RH nas conversas estratégicas do negócio.
Em um encontro de planejamento de RH, um executivo trouxe uma pergunta que mudou o rumo da conversa: “Como o RH pode abandonar suas listas de iniciativas e provar maior valor ao negócio?”
A pergunta não diminui o trabalho do RH. Pelo contrário. As agendas de RH costumam ser consistentes: programas estruturados, políticas bem desenhadas, iniciativas relevantes para as pessoas e para a organização.
Mas, na mesa executiva, a régua é outra.
Não basta apresentar uma boa agenda. É preciso demonstrar como cada movimento contribui para desempenho, eficiência e capacidade de execução do negócio.
Eu te convido a olhar novamente para o plano de RH: ele mostra uma lista de iniciativas ou uma tese clara de como o RH ajuda a empresa a performar melhor?
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