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Como alinhar as iniciativas de desenvolvimento de pessoas com a estratégia do negócio?

Chegado o último trimestre, muitas organizações começam a planejar o ciclo do próximo ano. Porém, a qualidade desses planos pode ser duvidosa em muitas empresas, considerando a correria para se completar o orçamento com muito Ctrl+C Ctrl+V de um ano para o outro sem a devida reflexão sobre as estratégias do negócio além do bottom line desejado pelos principais stakeholders.

Tratando-se de T&D, DHO e afins, muitos desses desdobramentos podem ser ainda mais complicados de serem feitos.

Por isso, aqui vão alguns orientadores para que os planos de desenvolvimento estejam alinhados à realidade e necessidade da organização.

  1. Follow the money! Aquilo que é importante para a estratégia está no orçamento. Saiba onde as áreas de negócio estão investindo e quais as expectativas de resultados, pois aí estará o foco e as principais alavancas estratégicas.
  2. Compreenda a estratégia. Traduzir os números em ações é fundamental. Entenda claramente quais são os objetivos e diretrizes globais para saber como o desenvolvimento de pessoas pode alavancar a estratégia.
  3. Saiba o quê e onde mensurar. Entendendo as alavancas, escolha os programas e iniciativas que devem ter destaque e valer a pena uma mensuração mais refinada, avançando além do nível 2, por exemplo. Medir o resultado depende de método e essa escolha é fundamental para apresentar os resultados da área.
  4. Defina metas. As metas de desenvolvimento de funcionários devem estar diretamente relacionadas às metas estratégicas da empresa. Certifique-se de que cada iniciativa de desenvolvimento tenha um propósito claro de contribuir para o sucesso organizacional.
  5. Acompanhe, revise e aprenda! Implemente métricas e indicadores-chave de desempenho (KPIs) para acompanhar o progresso das iniciativas de desenvolvimento. Isso permitirá a avaliação contínua do impacto dessas iniciativas nos resultados estratégicos. E se a hipótese desenhada se mostrar equivocada, revise os planos, mude o rumo e colha os aprendizados.

Além desses passos, tenha consciência da função de T&D: o RH e seus subsistemas são áreas de apoio na grande maioria dos negócios.

Por isso, devem planejar e trabalhar em função da cadeia principal que agrega valor aos produtos e serviços, pois são essas áreas que “puxam a fila” e têm maior impacto no cliente final.

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Verônica Barros
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