Mas, na prática, ela raramente está associada ao que mais faz diferença: sustentar um ponto de vista quando ele realmente importa.
Convivendo com diversos profissionais e contextos, já vi boas soluções perderem força não por falta de qualidade, mas porque em algum momento, deixaram de ser sustentadas com clareza.
E esse é um ponto delicado.
O RH escuta, inclui, ajusta, considera diferentes perspectivas … e isso é parte importante do papel.
Mas existe um limite sutil onde essa abertura começa a desfazer a própria posição.
E, quando isso acontece, a decisão deixa de ser guiada por critério e passa a ser definida por quem influencia mais a conversa.
Tenho acreditado cada vez mais, que o papel do RH não é apenas construir boas soluções. É ter clareza sobre o que acredita ser melhor para o negócio e sustentar essa posição, mesmo quando ela não é a mais confortável.
Porque posicionamento não é sobre ter razão! É sobre assumir responsabilidade pelas escolhas que ajudamos a construir.
E é justamente nesse ponto que muitos RHs travam. Não por falta de leitura, mas pela dificuldade de sustentar a própria posição na mesa.
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