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A mudança é um movimento constante, mas será que queremos mesmo mudar, quando se trata de tecnologia?

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A mudança é um movimento constante, mas será que queremos mesmo mudar, quando se trata de tecnologia?

 

No cenário atual, marcado por constantes transformações, a adoção de novas tecnologias é essencial para a sobrevivência e o crescimento das organizações. Como já abordamos em um artigo anterior, mais do que conhecer e testar novas tecnologias, o uso da troca, da comunicação e da inteligência coletiva dos colaboradores é fundamental para propor mudanças que realmente façam sentido.

No entanto, essa jornada de inovação não está isenta de riscos e desafios, especialmente quando se trata de integrar as novas soluções com sistemas existentes e superar a resistência à mudança por parte dos colaboradores. Mas será que realmente desejamos mudar?

Vou te provocar a se lembrar de quando precisou atualizar o Windows ou o macOS pela última vez. Ou quando apareceu no seu celular a mensagem de que o sistema operacional precisaria ser atualizado. Qual foi o primeiro sentimento que surgiu junto com esse tipo de pop-up ou comando irritante?

“Agora não.”
“Mas por que atualizar, está bom assim.”
“Ah, ok, vou atualizar, pois deve estar corrigindo algum bug.”

Não existe resposta certa ou errada. O objetivo aqui é fazer você refletir sobre como as mudanças são constantes em nosso dia a dia. Desde decisões menores até aquelas que influenciam e repercutem em outras pessoas, estamos fazendo escolhas o tempo todo. Quando se trata de tecnologia em sua totalidade (software, hardware e inovações), estamos em constante movimento, mesmo que muitas vezes pareça que estamos estagnados. Quer ver só? Abaixo listo 3 mudanças que provavelmente impactaram você:

1. Mudança na política de privacidade das redes e apps como WhatsApp, Instagram e Facebook. Talvez você não tenha lido o que mudou, ou talvez tenha apenas aceitado, mas essa é uma mudança importante relacionada ao uso de seus dados pessoais por essas plataformas. Impulsionada pela LGPD, muitas mudanças nesse aspecto ainda estão por vir.

2. IAs generativas. Se você ainda não se deparou com o ChatGPT ou qualquer outra inteligência artificial generativa de texto ou imagem, talvez isso aconteça até o fim da leitura deste artigo. Essa é uma mudança exponencial que altera nossa relação com algumas produções ou tarefas mais operacionais, questionando o poder e o valor da criatividade humana como diferencial, independentemente da função ou cargo.

3. Novos processadores ou circuitos. Talvez essas sejam mudanças que não percebemos, mas os avanços tecnológicos são constantes e importantes quando se trata de desempenho. Cada vez mais, processadores, placas de vídeo, memória e circuitos estão sendo testados e desenvolvidos para garantir mais performance com o menor tamanho possível. Isso terá um impacto em um futuro próximo, pois teremos a possibilidade de ter computadores caseiros cada vez mais potentes, assim como celulares e tablets que possibilitarão a execução de uma maior quantidade de tarefas de maneira mais rápida. Imagine tudo isso mais leve e na palma da sua mão, ou quem sabe um dia, até mesmo em seu dedo.

Ao olharmos para esses avanços e o que está por vir, diversas personas possíveis podem emergir:

1. O profeta do apocalipse: aquela pessoa que acredita que tudo isso será responsável pelo fim da sociedade como a conhecemos e, eventualmente, da humanidade. Essa persona visualiza um futuro caótico e cria teorias aterrorizantes sobre o impacto das mudanças em nossas vidas.

2. Deixa a vida me levar: aquela pessoa que não condena, mas também não apoia a mudança. Ela só faz parte dela se for obrigada e não participa ativamente de discussões ou pelo menos da compreensão do que está acontecendo ao seu redor.

3. O futurista: essa é a pessoa que está sempre animada com a mudança. Atenta a tudo o que acontece, é a primeira a testar as novidades e a opinar. Visualiza um futuro utópico e se desliga de qualquer responsabilidade ou preocupação com o uso ou discussão das novas tecnologias, desejando apenas viver a tecnologia.

Observe que mais uma vez não há resposta certa ou errada. Nós possuímos um pouco de cada persona e a chave central para lidar com o cenário atual é o equilíbrio e a discussão saudável em grupos heterogêneos sobre o impacto de qualquer mudança. O poder de síntese, criação e até mesmo digestão de tudo o que consumimos e somos impactados é um excelente caminho para utilizarmos o que temos de melhor (e que não poderá ser substituído tão cedo): o poder de sentir e criar alternativas a partir de nossas experiências passadas, presentes e das visões para o futuro. A combinação de nosso repertório com nosso poder imaginativo gera uma visão do que o amanhã pode ser e do que podemos fazer agora.

Todas essas reflexões nos conduzem ao ponto central do título deste artigo: será que realmente queremos mudar quando se trata de tecnologia?

Principalmente no que diz respeito à aprendizagem, não podemos nos abster de compreender e discutir o que ocorre no mundo. Ao atuarmos com diferentes personas, é importante ter criticidade, mas ao mesmo tempo, curiosidade. Se você está no momento de revisar plataformas ou meios pelos quais as ações de aprendizagem são disponibilizadas em sua empresa, saiba que todo processo de mudança é desafiador. No entanto, quando temos clareza sobre o motivo pelo qual fazemos o que fazemos, torna-se mais fácil reconhecer a jornada e o propósito que nos impulsionam.

Precisa de ajuda para impulsionar os movimentos e as mudanças que o mundo demanda? Vamos tomar um café e descobrir juntos a melhor solução!

Stella Nery

Gerente de Desenvolvimento na Movidaria. É também a maga das artes, gateira, geek e apaixonada por descobrir como ajudar pessoas.

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