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Perigo: Protagonismo às escuras

Muito em alta no mercado profissional, seja como colaborador nas empresas ou como empreendedor, podemos encontrar por todos os cantos e situações a palavra: “protagonismo”.  

Pode se definir “Protagonismo” como sendo o: processo de protagonizar, de ser o protagonista, o figurante principal de uma apresentação. Deriva do grego protagonistes, onde “protos” significa principal ou primeiro e “agonistes” significa lutador ou competidor. Protagonismo é um termo muito usado no teatro, no cinema, na novela e sem dúvida alguma, mais do que nunca, hoje nas empresas! 

Alavancado pela era digital que defini um futuro com fortes nuances instáveis primeiramente designada por VUCA (volátil, incerto, complexo e ambíguo) e hoje designado por BANI (frágil, ansioso, não linear e incompreensível) cada vez mais se espera que o protagonismo possa mesclar positivamente as tecnologias com a aprendizagem e assim estimular os colaboradores a desenvolverem a autonomia, a criatividade, a flexibilidade, a participação, pesquisa e entrega em diversos temas e ações.  

Sim, o protagonismo é desejado e requisitado a unhas e dentes pela grande maioria dos líderes nas empresas, e não haveria mal algum nisso, não fosse os próprios líderes, englobarem no pacote de mudanças e transformações, por livre e espontânea vontade, o fato de que em meio a equipes tão protagonistas não se faz necessário; dar exemplos e servir de inspiração, acompanhar, direcionar, influenciar e delegar sem exercer a velha máxima; delargar.  

Sim, não faltam relatos por todas as áreas das empresas, onde o liderado aponta a falta de clareza, empatia e comunicação por parte de seus líderes. Feedback, por mais antiga que pareça esta palavra, em muitas empresas e situações, está longe da prática, permanece sendo mesmo, somente uma palavra esquecida.  

Ter que criar, planejar, produzir e implementar as entregas diversas vezes sem segurança, apoio e troca de ideias, acaba por trazer na grande maioria das vezes um grande desgaste para toda equipe, área e consequentemente poderá afetar se não a quantidade, certamente a qualidade dos resultados obtidos. 

Se relembrarmos a definição de protagonismo acima; em nenhum momento vimos o fato de não poder receber apoio e direção. Isto é, ter uma equipe extremamente protagosnista não impede ou minimiza uma gestão humana, próxima e assertiva!  

A reflexão vale de forma redobrada, para estes tempos de Home Office. Buscar priorizar bate papos e alinhamentos mesmo que virtuais, contudo, de forma assídua e genuína, faz se de extrema relevância.  

Portanto, vale refletir sobre este possível comportamento de líderes que em meio a tanto protagonismo, deixa a bola rolar no escuro, “delargando” a tarefa e transferindo uma responsabilidade que na grande maioria das vezes diz respeito a sua função de liderança.  

 

Ana Paula Dib

Gerente de Desenvolvimento da Movidaria. Atuo em Educação Corporativa a mais de 12 anos. Coach e Master em PNL. Sagitariana com o Sol na casa 8 de Escorpião. Intensa e Profunda. Amante de autoconhecimento, comida japonesa, terapias holísticas, psicanálise e espiritualidade.

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