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O que é transformação cultural?

 Cultura é uma palavra que se encaixa em vários contextos e dimensões. Podemos trazer à mente os rituais particulares de um determinado povo que mostram a sua cultura; ou a cultura de um país e todos os elementos tangíveis e intangíveis que a compõem (culinária, arte, festividades etc); e também podemos tratar da cultura no âmbito das organizações. Afinal, o que ela representa? 

De forma direta, a cultura representa os valores e crenças, sendo observada no jeito como o trabalho é realizado, os símbolos, os rituais e  como as pessoas interagem. A cultura simplesmente é aquilo que se pratica e se observa de forma habitual, repetitiva e muitas vezes sistematizada, não necessariamente o que está declarado nas paredes ou sites das empresas. 

A grande questão é que essa cultura instalada, por algum motivo, pode passar a ser empecilho para se inovar, conquistar melhores resultados, crescer, atrair talentos, entre vários outros exemplos. E é aí que entram as demandas por “transformação cultural”, um tema recorrente nas conversas que temos com gestores e profissionais do mundo corporativo.  

Traduzindo, esse pedido costuma chegar assim: “o jeito como trabalhamos e fazemos as coisas aqui neste lugar (time, área, empresa) não nos ajudará a conquistar nossas ambições futuras”. Pronto! Está colocado um pedido de transformação cultural, que pode ser para um time ou também para uma companhia inteira. 

Os grandes pontos que são importantes você ter mente antes de embarcar num processo como este são: 

  1. Essa demanda será patrocinada por quem? 
  2. Os atributos da cultura instalada são conhecidos e mapeados? 
  3. Está claro o porquê de a cultura instalada não ser suficiente para se atingir os objetivos futuros? 

Transformação cultural demanda tempo e energia, sendo preciso uma estratégia com várias frentes, a depender da extensão da mudança. Sem essas respostas básicas, que de forma alguma são simples, a “transformação cultural” pode ser apenas mais uma vaga necessidade, visando colocar a “culpa” pela complacência no desempenho, o baixo engajamento, o alto turnover, entre outros sintomas, na “pobre da cultura”, que nada mais é do que o resultado daquilo que é valorizado e praticado pelas pessoas. 

Nossa, esse tema dá pano pra manga! Quer bater um papo sobre isso? Entre em contato! 

 

Leonardo Zagotta

É CEO e Gerente de Negócios na Movidaria. Casado com a Fabiana e pai da Lulu e do Gab, preenche suas horas vagas com pedaladas, vinhos e boas conversas.

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Verônica Barros
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